Eduardo

Lilypie Fifth Birthday tickers

Rodrigo

Lilypie Second Birthday tickers

29 de out de 2009

Às amigas do mundo virtual

Gostaria de agradecer a manifestação de carinho de todas vocês em relação à existência desta nova vidinha que se forma dentro de mim! Todos nós estamos super felizes coma novidade!!!
Muito obrigada por compartilharem comigo momentos preciosos do meu dia a dia. Adoro os recados deixados!!!
Um beijo grande a todas vocês, mamães lindas e às maravilhosas crianças que fazem parte deste mundo virtual espetacular.

28 de out de 2009

Neném na barriga (quinta semana)

- Filho, tem nenem na barriga da mamãe!
- Na baiga Dudu mamém (também) tem.
- Oh filho, só na barriga da mamãe que tem neném. Na sua não tem, na do papai não tem...
- Éééééé´.... Abe a baiga po Dudu qué vê.

27 de out de 2009

Mais um!!!!

Meu filho querido,
Você terá um irmãozinho ou irmãzinha!!!! É isso mesmo, mamãe está grávida! Ainda está bem recente, não dá nem pra escutar o coraçãozinho dele(a) batendo mas os sintomas estão todos aí!
Estamos tão felizes, eu e o papai!!!!
Você ainda não entende o que isso quer dizer e que grandes mudanças em nossas vidas este bebê irá trazer. Quando te perguntamos se você quer um neném você responde: "Quelo não, neném só o Dudu!". Mas te garanto meu amor que não há nada melhor do que um irmão!!!!
Vamos torcer para que tudo corra da melhor maneira possível! Que este bebê cresça forte e saudável como você cresceu!
Agora este espaço pertence a vocês dois. Meus amores!

23 de out de 2009

Dois casos engraçadinhos

Caso 1:
Ontem estávamos deitados na cama do papai e da mamãe todos os três. Dudu estava no meio de nós. Resolvemos beijá-lo nas bochechas. Papai na bochecha direita e mamãe na bochecha esquerda. Eduardo estava ADORANDO! Morrendo de rir. Quando paramos o pequeno nos enlaçou pelo pescoço e começou:
- Beija todo mundo!!!!
E nós o beijávamos...
- Beija todo mundo
E ele ganhando beijos...
- Beija todo mundo! .....
E assim foi até que soltou:
- Todo beija mundoooooo!!!!!
Não conseguimos parar de rir!!!
Caso 2:
Eduardo odeia cortar as unhas, principalmente as dos pés. É necessário montar um estratagema de guerra! Vovó segura no colo, abraça bem apertadinho e com um dos braços segura bem firme a perna que terá as unhas do pé cortadas. Enquanto isso, mamãe senta no chão, pega o cortador de unha e segura firme o pé da criança. É sempre assim. Devido ao fato de ser extremamente difícil para todos os envolvidos costumo cortar as unhas dos pés a cada 15 dias ou um pouco mais.
Hoje estava no dia. Então comecei com a psicologia:
- Filho, vamos cortar a unha. Lembra que a gente combinou? Vai ficar bonzinho, né? Não precisa chorar...
- Não mãaaaaaaaeeee. Cota unha pé não......
- Oh filho, precisa. Tá grande, tá suja, eca, olha.
E de repente, não mais do que de repente, Eduardo pega uma bermuda dele que estava em cima da cama, joga sobre os pés e responde:
- Cotá não ó. Acabô pé. Pecisa não.
Apesar do esforço para esconder os pés mamãe não se deu por vencida e hoje ele foi pra escola com os pés lindos de unhas cortadas.

19 de out de 2009

Dai-me paciência!!!!!

Eduardo deu pra implicar com a mamãe! Só com a mamãe!
Não faz nada que eu peço e sempre me olha com os olhinhos desafiadores esperando para ver se vai levar bronca ou não.. Ontem foi IMPRESSIONANTE! As birras se sucediam o tempo todo! Que canseira!
É assim mesmo! 2 anos é a idade mais fofa e mais cansativa de todas! Estou exaurida! Mas que é engraçado é! Ai ai ai....

12 de out de 2009

Post do Yahoo sobre brincadeira

Seg, 12 Out, 02h46 Por Por Ana Paula Galli/Especial para o Yahoo! Brasil Um, dois, três e já! A brincadeira vai começar! É só olhar a expressão na carinha da criançada para descobrir que a hora da brincadeira é um dos momentos mais aguardados do dia. É a hora de deixar a imaginação fluir, a criatividade se desenvolver e os sonhos aflorarem. "Não importa se o brinquedo é a pipa ou a boneca, o vídeo game ou o cavalinho de pau. O importante é que a criança tenha espaço para se desenvolver e se conhecer. Essa é a verdadeira importância da brincadeira", explica Renata Meirelles, educadora e uma das fundadoras do Bira, projeto que estuda as brincadeiras infantis da região amazônica. Indispensável na formação da criança, o ato de brincar é natural. Não é preciso mostrar como fazer, a brincadeira simplesmente acontece. E sempre foi assim. Pinturas rupestres e artefatos mostram que mesmo na pré-história as crianças já exploravam o mundo por meio de brincadeiras. Com materiais naturais elas fabricavam seus próprios brinquedos. "Não era preciso muito. Um pedaço de galho era suficiente para se tornar uma 'espada' e um pouco de barro se transformava em bonecos", conta Cristina Von, autora do livro A história dos brinquedos. De acordo com a escritora, na China e no Egito antigo, a brincadeira evoluiu e surgiram brinquedos como o ioiô, a pipa e a bola de gude. Na Grécia e na Roma antiga, jogos individuais e coletivos foram criados, coincidindo com a realização das primeiras olimpíadas. Registros de marionetes e soldadinhos de chumbo vêm da Idade Média e, posteriormente, com o avanço tecnológico, brinquedos mais incrementados foram criados. "Daí o surgimento do patins, da bicicleta e, mais recentemente, dos videogames, que passaram a fazer parte das brincadeiras infantis", afirma Cristina. Mas como explicar que crianças de diferentes partes do mundo e em diferentes épocas tenham em comum as mesmas brincadeiras? Uma pesquisa realizada no início do século XX pelo antropólogo teuto-americano Franz Boas mostra que brincar é uma linguagem universal. O estudo indica que diversas culturas que nunca tiveram a oportunidade de se encontrar e de trocar experiências possuíam brincadeiras iguais. Como fazer cama de gato, ou seja, brincar de entrelaçar um barbante ou algum tipo de corda formando diferentes desenhos. "Todos durante a infância bebem da mesma fonte, uma fonte mais profunda que a própria cultura. É uma relação insconsciente que o ser humano tem de se expressar e de interagir com o mundo nos primeiros anos de vida", explica Renata. Brincar na cidade grande A vida urbana impõe transformações na realidade do brincar. Diminuição dos espaços públicos de convivência, avenidas movimentadas, aumento da violência e a falta de tempo dos pais acompanharem seus filhos nas brincadeiras fazem com que cada vez menos crianças brinquem nas ruas. Essa realidade é comum principalmente nas grandes cidades. O resultado é o confinamento dos pequenos em casas e apartamentos, e o rareamento das brincadeiras coletivas tradicionais, que perdem cada vez mais espaço para os brinquedos industrializados. Apesar de todas as restrições impostas pelo dia a dia da cidade grande, ainda existem pais que fazem questão que seus filhos aprendam a brincar como antigamente. Fernando Cardoso, 45 anos, é deles. Pai de Luan, 8 anos, e de Gabriela, 1 ano e 9 meses, ele faz questão de ensinar a seus filhos como subir em árvores, a arte de fazer e de empinar pipa. O seu envolvimento é tanto que, apesar de ser músico de formação, ele diz que sua outra profissão é ser um eterno brincante. Cardoso conta que recentemente ministrou uma oficina de pipa no Museu de Arte Contemporânea de São Paulo. O músico ensinou durante quatro meses mais de mil crianças a fabricar o brinquedo e diz ter ficado impressionado pelo fato de a maioria nunca ter feito uma pipa. "No meu tempo todo mundo sabia. Hoje eles ganham a pipa pronta. A grande questão é que nenhum brinquedo feito substitui a realização de uma criança ao fazer a sua própria pipa e empiná-la". Lydia Hortélio, estudiosa do universo dos brinquedos desde a década de 1970, concorda com Cardoso. "O improviso na hora de criar o brinquedo é pura magia. É o meio que a criança expressa a poesia que tem dentro dela. Entregar um brinquedo pronto na mão de um pequeno é cercear o alcance que a brincadeira tem na formação da criatividade e da imaginação do ser". Conheça a história de alguns brinquedos Bicicleta - no século XV Leonardo da Vinci já brincava de desenhar bicicletas, mas a história oficial do brinquedo e meio de locomoção começou em 1790, quando um conde francês chamado Sivrac criou o celerífero, que significa meio rápido de transporte. Feita de madeira, a bicicleta rudimentar ainda não tinha pedais nem correntes e era empurrada com os pés no chão. Pião - os primeiros registros do brinquedo datam de 3 mil anos a.C, na Babilônia. Eles eram feitos de argila e com as bordas decoradas com formas humanas, de animais ou relevos. Trenzinhos - um dos grandes admiradores na história dos trens de brinquedo foi Napoleão III, sobrinho de Napoleão Bonaparte, que tinha uma coleção de trenzinhos feita especialmente para ele. Já o primeiro trem elétrico foi criado em 1835 por um ferreiro nova-iorquino. Chocalho - os primeiros chocalhos surgiram no Egito por volta de 1360 a.C. Muitos podem ser vistos em museus, com formatos variados como pássaros, porcos e ursos. Montanha Russa - um dos brinquedos mais concorridos em parques de diversões em todo o mundo surgiu na verdade como um esporte de inverno. Criada na Rússia nos séculos XV e XVI, tanto o carrinho da montanha russa quanto as pistas eram feitas de gelo, o que obrigava os passageiros do carro a se acomodarem em assentos escavados em blocos de gelo e cobertos de palha para proteger o corpo do frio. Bichinho de pelúcia - desejados até os dias de hoje por crianças em todo o mundo, os bichos de pelúcia foram inventados no século XIX. Carrinhos - apareceram simultâneamente aos carros originais nos primeiros anos do século XX. Anos mais tarde, em 1956 na Inglaterra o autorama foi inventado.Fonte: A história dos brinquedos de Cristina Von, Ed. Alegro e Jogo, brinquedo, brincadeira e a educação de Tizuko Morchida, Ed. Cortez. Você sabia? - Que amarelinha pode ter vários nomes dependendo da região do Brasil? No Rio de Janeiro é academia, na Bahia e no Pará é pular macaco, no Rio Grande do Norte é avião, e no Rio Grande do Sul pular amarelinha é jogar sapata. - Que os soldadinhos de chumbo foram inventados por reis que gostavam de brincar de fazer guerra? - Que jogar bola de gude era tão popular no Império Romano que até o imperador Augusto parava na rua para assistir às disputas? E que gude nada mais era que o nome dado pelos romanos às pedrinhas lisas e redondas encontradas à beira dos rios? - Que o bicho de pelúcia mais famoso do mundo foi batizado com o nome de Teddy Bear em homenagem ao presidente americano Theodore Roosevelt, que se recusou a participar de uma caçada de ursos em 1902?Fonte: Wikipedia.

Parque e fazendinha

Ontem o dia foi ESPECIAL!!! Eu e meu marido levamos o Dudu no parque de diversões e depois fomos almoçar num restaurante maravilhoso que é também uma fazendinha. Lá tem horta, galinha, peru, marreco, pato, coelho, cavalo, gato, boi, bode, minhocário, passeio de charrete, tirolesa, escalada, grama, grama, grama.... Ufa!
Dudu deu trabalho no parque. Se assustou com alguns brinquedos, não queria sair de alguns por nada desse mundo! Não entendeu que tinha que esperar na fila para brincar. Teve até birra de rolar no chão. Paciência. O pai jurou que só leva de novo quando ele pedir. Mais paciência.
Fomos com um casal muito amigo que tem um menininho alguns meses mais velho que o Dudu. Eles são muito amigos e fazem tudo juntos.
No restaurante eles arrumaram uma varetinha de madeira cada um e estavam brincando de caçadores. Aproveitaram para espantar todas as galinhas que estavam a nossa volta. Como eu odeio penosa (a não ser assada, ensopada, cozida...) agradeci à brincadeira dos pequenos.
Para finalizar, gostaria de deixar um grande beijo para todos os pequenos deste mundinho virtual. Feliz dia das crianças!!!!!!!

10 de out de 2009

Sempre em frente

Meu pequeno está crescendo... Já até escrevi sobre isso antes, mas todos os dias tem novidade.
A última: Desde ontem Eduardo passou a tomar leite (com toddy) na caneca. Hoje na hora do almoço, ao invés de tomar água no copo com tampinha tomou na canequinha! Ele está todo orgulhoso de si! E nós também!!!!
Tudo começou porque ele quis tomar toddy. Eu não queria que ele tomasse na mamadeira pois a verdade é que o achocolatado é bem melhor do que o leite puro. Pensei que se colocasse na mamadeira seria um passo para dar adeus ao leite da noite, que ele tanto gosta (Eduardo toma 2 mamadeiras, uma por volta de 8 horas e a outra por volta das 11:30). Então resolvi testar e coloquei o toddy na xícara. Sucesso total! Toddy só no copo, xícara, caneca, etc... A mamadeira continua sendo de Ninho! Sem confusão.

8 de out de 2009

Abraço de urso

Estava dando o almoço para o Eduardo, sentada de frente para ele. A maior diversão! Ele estava todo falante. De repente parou, olhou pra mim sorrindo,abriu os braços e soltou:
- Dá abacho mamãe!
Meus olhos se encheram d'água! Coisa mais linda de se ouvir!
E depois ficou pedindo mais e mais.
Olhou pra avó dele e disse:
- Abacho de luchulo (urso) na mamãe. Voltou a almoçar....

7 de out de 2009

Chupeta inseparável!!!!

O Eduardo não larga a chupeta, bubu, bico, como desejarem.... A verdade é que por um lado este objeto de desejo infantil é um grande alívio para os pais na hora da birra, do sono, da manha. Mas, para ser franca, me incomoda muito. Acho feio uma criança do tamanho do Dudu andando pra lá e pra cá com o bicão na boca!
Hoje estávamos no carro eu, Dudu e vovó Tucha. Eduardo estava maravihado com a presença da vovó e conversando sem parar com o famigerado na boca. Minha mãe falou:
- Dudu, na hora que você quiser conversar tira o bico da boca senão a gente não te entende. Pra conversar é sem bico. - e com um certo custo conseguiu tirar a chupeta.
Passado um tempo em silêncio absoluto Eduardo olha muito sério pra vovó e diz:
- Dudu acabô convesá. Cadê bubu?

6 de out de 2009

Selinho

Adorei o selinho que a Pri me mandou. Muito obrigada!
Seguindo as regras, meus desejos são:
-Muito amor
-Muita paz
-Muita paciência!!!!!!
Beijos a todas!

Bisa e Dudu

Eduardo tem uma relação de amor e ódio com a Bisa Cecília, minha avó!
Quando chegamos na sua casa ele passa reto e não comprimenta. Fica olhando de canto de olho pra ver se ela está reparando na falta de educação dele. Depois de 1 minuto se joga nos braços dela.
Se ela mexe com ele, ele faz de bravo. Dá bronca na Bisa.
Outro dia ele estava concentrado, desenhando, a bisa chegou e começou a cantar pra ele. Na mesma hora ele largou o lápis de cor, cruzou os braços, fez cara de bravo e falou bem sério:
- Pala cantá Bisa. Dudu denhenhando! Hum!!!!
Na semana seguinte ele estava almoçando, a bisa chegou perto e fez um cafuné. Prontamente veio outra bronca:
- Palô Bisa! Dexa Dudu papá!!!
E por aí vai.
Mas quando ele quer, os dois passam horas conversando, cantando, dançando.... É uma delícia de ver. Ele ama a Bisa "Cichila" de paixão. E não vai embora sem dar um abraço apertado e um beijo bem estalado no braço da Bisa

1 de out de 2009

Feliz

Ontem fui com Eduardo ao laboratório para ele tomar a segunda doseda vacina contra a gripe.
Como seu rosto estava sujinho entrei com ele no banheiro para lavar. Ele abriu um bocão para bocejar.
- Está com sono filho?
- Não, Dudu tá feíz! - e abriu o maior sorrisão me lascando um beijo na bochecha!!!!!
Apaixonei!